Português ecológico

O português, tal com o País, é um caos desregrado. Letras e combinações inúteis e incoerentes fazem da lingua dificil de entender para um estrangeiro e frustrante para o português (wonder why o inglês é tão porpular - não é só por os americanos o falarem).

Comecemos com os "á" e "à". Para que raio serve ter dois acentos se o som da palavra não muda?? Ao menos no francês a entoação muda conforme seja agudo ou grave, "é" soa a "ê" e "è" soa a "é".

Depois os "ss", "c", "ç", "s" e "z" são a maior ineficiência de troca de idedntidades possível.

Uns tomam os sons dos outros dependendo de onde estejam na palavra.

Sugiro:
"ç" => RUA!!, fica o "s" - a ler-se "sse"
"ss" => RUA!!, fica o "s" - a ler-se "sse"
"rr" => fica, som "r" difere do "rr".
"s" => a ler-se "sse", esteja onde estiver. "Casa" passava a ler-se como "caça", "casa" ficava como "caza"
"z" => sempre "z", o "s" deixava de lhe usurpar o som.
"c" => sempre como "k", "cego" ficava "kego" e, para manter o som, ficava "sego".
"nh" => RUA! ficava ñ como os espanhois
"lh" => se possível RUA! ficava um "l" com til por cima, ou u´savamos um caracter com o "l" riscado dos croatas
"q" => RUA!!! usava-se o "c" ou mesmo o "k". "Que" era "ce" ou "ke". "Qual" ficaria "cual" ou "kual".
"gu" => RUA!! português era "portugês" deixem o "j" em paz
"J" => sempre "j", sempre "jestão" e não "gestão"
"o" => devia ler-se "ó" e deixando o "u" em paz. Ou seja, "U teu carro é u maior"

A lingua evolui e não pode ser um baú de velharias para deleite de meia dúzia. É para usar, e deixemos a arrogância de dizer que o está hoje nos dicionários é a perfeição total. Ainda no sécuo XX havia Photógraphos e pharmácias e nasciam Manoeis e Luizes.

Se pouparmos 1% das letras a escrever, quer dizer que escrevemos 1% mais depressa, e que poupamos 1% do papel a imprimir. Num livro de 300 páginas seriam 3. Menos papel, menos peso, menos largura de banda. Poupança, eficiência e maior acessibilidade a estrangeiros.

A linguagem dos "k" das sms veio para ficar, por ser eficiente. Que a lingua portuguesa não fique do seu poleiro a desdenhar, porque pode vir a ser ultrapassada em grande.

Comments

Jingas said…
U k kerez tu diser cum iso?

nao kunkordu!

o inglês também não é assim tão simples como queres fazer passar...ou então relê teu post sobre a inglaterra.

já que não exercitamos a cabeça com mais nada, deixa-nos ao menos pensar para distiguir concerto de conserto e concelho de conselho.


Depois se a nossa língua é difícil para um estrangeiro perceber, consegues perceber facilmente todas as estrangeiras??

E a escrita chinesa por exemplo que são simbolos a representar ideias? E que tem mais de 15 mil simbolos?

E No Japão se utilizam quatro tipos de letras:

1- o alfabeto romano, similar ao da língua inglesa (sem cedilhas e acentos);
2- o Hiragana;
3- o Katakana e
4- o Kanji.

E outras linguas europeias que quase nem sabemos soletrar uma palavra?


A língua e sua escrita fazem parte da identidade dum país... se não temos pachorra para aprendê-la, também não teremos pachorra para muito mais... (o que é mais que evidente no nosso país. Grande parte nem sabe escrever.)
Tanto a Jingas como o Zé colocam questões pertinentes. E que tal sugerir um referendo ao Engº Sócrates? ou um 50/50, como num concurso qualquer? Se calhar a "ajuda do público" não seria adequada para este assunto.... eheheheheh
A china e o Japão são péssimos exemplos.
Os primeiros usavam um carácter para cada palavra, sem grande correlação entre significado e grafismo. Logo passaram a usar em composição os caracteres de pequenas palavas para formar as maiores. Algo do género, formar computador com os 3 caracteres das palavras com+puta+dor.

Do inglês, as excepções são poucas, notórias quando apanhadas, por isso.

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