Saindo do hotel, deparamo-nos com um centro muito rico em história e arquitectura, e a ser bastante bem recuperado. Decidimos ir á marginal, mesmo em frente da plaza San Francisco, e ai começa a aparecer a Cuba parada no temppo há 50 anos. O terminal de cruzeiros é medonho, tipo uma lota de peixe cá em Portugal, pese a estar pintado com cores alegres e vivas, como tudo o que é pintado no País. O piso está todo estragado, tanto o passeio como a estrada, e a água totalmente coberta por óleo (e mesmo assim sinais de probido pescar). Fascinante ver chareetes nas ruas, carros americanos dos anos 50, conjuntamente com os Ladas russos, motas com sidecar, e agora os Geely chineses (parecem Skodas). Tudo a marcar uma época, ainda a coexistir ao fim de tantos anos. Os autocarros Yutong, articulados, subsituiram recentemente os “Camellos”, camiões com reboque onde metiam uns 200 ou 300 passageiros. Vimos prostitutas ao ataque num cruzamento, algumas delas com fardar de trabalho. Pedir boleia ...