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Viagem a Cuba - Parte V - Hemingway em Havana

O regresso a Santiago proemtia, já que desta vez íamos ficar no célebre hotel Ambos Mundos, casa de Hemingway, e cujo quarto de eleição está bem preservado como museu, com objectos seus. A vista era magnifica, com a antiga embaixada dos EUA á vista. O hotel mantém o seu estilo clássico, e não sendo muito moderno está bem agradável. Durante a noite um ruido imenso dos carros cisterna a abastecer os prédios. Não há água canalizada em Cuba, e todos as noite há abastecimento por camião, com as mangueiras dliberadamnete a deiatr água por fugas nunca reparadas, de modo a que cubanos comprem a água com tinas de plástico em regime de mercado negro. O pequeno almoço foi no terraço, com espectacular vista sobre toda a cidade. Estranhámos não ver uma única parabólica que fosse, mesmo sendo ilegal. Explicaram-nos que alguns depoóstidos de água escondem as antenas, cujo sinal é revendido pelo prédio abaixo. Estranhamos mais uma vez ver pouca fruta nos pequenos almoços, já que deveria haver mangos…

Viagem a Cuba - Parte IV - Arredores de Santiago

O hotel estava bastante vazio á espera da vaga de fim de ano da Italia e da França. A zona de praia, Barracoa fica ainda a 66km de Santiago, que é um popular destino mesmo para os Cubanos. O carnaval é celebrado a 26 de Julho e o mais festivo é o de Santiago. Há bastantes hoteis, modestos no luxo, para os cubanos, já que os comuns mortais locais estão barrados dos hoteis de luxo tanto pelas posses como pela lei. Os poucos hóspedes eram alguns caisais como nós e os turistas europeus masculinos em busca de cubanas. Vimos suiços/alemães de 40 anos pra cima a irem ao pequeno almoiço com cubanas, e depois irem passear. A recepção fervilhava de meninas, e os empregados pareciam estar a avisar onde andavam os turistas a solo. Havia farmácia, lojas de roupas, câmbios e até um restaurante italiano. O restaurante dava um guardanapo de papel por pessoa, entregue no acto pedido do prato, muito fininho. Em lado algum vimos suportes de guardanapos, nalguns restaurantes eram de pano. No segundo dia…

Viagem a Cuba - Parte III - Rumo a Santiago

Ao fim de 2 noites, decidimos prolongar a estadia por uma noite mais antes de tentar procurar voos para Santiago de Cuba, e também reservar as últimas duas noites antes de voltar para casa. Estávamos a pagar cerca de 70 euros por noite, e pensávamos que nos iriam manter o preço. Pois mais uma vez as coisas não funcionam assim na hotelaria. Os hoteis têm tabelas de preços oficiais locais a preços exorbitantes, o nosso quarto ficaria por 200 CUC (160 euros), no máximo faziam um desconto de 10%. Pensando que era esquema daquele hotel fomos a outros 2 e vimos que é mesmo assim. A solução era simples, ir á internet e marcar do exterior. O que parecia fácil foi quase impossível, visto não haver quase webcafés por lá, apenas se pode aceder nos hoteis. Fomos ao hotel Florida e pedimos acesso, uma coisa muito delicada. Esperámos na recepção em sofás com ar de terem 50 anos de uso, e lá nos levaram a uma sala quase clandestina, onde por 6CUC meia hora tivemos acesso. Foi inutil porque era 56k p…

Viagem a Cuba - Parte II - Primeiro contato diurno com Havana

Saindo do hotel, deparamo-nos com um centro muito rico em história e arquitectura, e a ser bastante bem recuperado. Decidimos ir á marginal, mesmo em frente da plaza San Francisco, e ai começa a aparecer a Cuba parada no temppo há 50 anos. O terminal de cruzeiros é medonho, tipo uma lota de peixe cá em Portugal, pese a estar pintado com cores alegres e vivas, como tudo o que é pintado no País. O piso está todo estragado, tanto o passeio como a estrada, e a água totalmente coberta por óleo (e mesmo assim sinais de probido pescar). Fascinante ver chareetes nas ruas, carros americanos dos anos 50, conjuntamente com os Ladas russos, motas com sidecar, e agora os Geely chineses (parecem Skodas). Tudo a marcar uma época, ainda a coexistir ao fim de tantos anos. Os autocarros Yutong, articulados, subsituiram recentemente os “Camellos”, camiões com reboque onde metiam uns 200 ou 300 passageiros. Vimos prostitutas ao ataque num cruzamento, algumas delas com fardar de trabalho. Pedir boleia é…

Viagem a Cuba - Parte I - Chegada a Havana

(ainda por rever)


Após anos de pensar e a adiar, decidimos cumprir o sonho de ir a Cuba “antes que o Fidel morra”. Esta era tmabém a altura ideal visto o estado de crise do País fazer prever mudanças radicais, e possívelmente desastrosas nos futuro próximo. Recentes notícias nos media dão como certo o fim da estabilidade do regime comunista, pela falência económica. Não acreditando na entrevista que Fidel alegadamente deu a um jornalista americano onde afirmou o “modelo de Cuba estar arrumado”, a intenção de “libertar” 500 000 funcionários públicos até Março 2011 é um claro indicio de como o Estado está incapaz de garantir a subsist~encia dos 12 milhões de habitantes residentes. Cuba é um dos destinos mais baratos das Caraíbas, quando comparado com Cancun ou Punta Cana, por 1000 euros encontram-se pacotes com Varadero+Havana, fazendo escala em Madrid na Air Europa. Não gostando de ir em pacotes, não tendo interesse em Varadero que é na verdade um resort “off-shore” de Cuba, e sabendo qu…

Que raio fazia a Varig aos seus 777s?

Que raio fazia a Varig aos seus 777s?

Rebentavam-nos todos?? É impressionante o destino que tiveram quando sairam da Varig, um deles desmantelado apesar de estar em estado de voo :(

PP-VRC - stored desde 2006 (agora a voar na frota de um governo africano)
PP-VRD - 1º 777 a ser cortado aos bocados, 11 anos de vida, dos quais só tinha voado 9.
PP-VRE - A voar há 2 anos na Transaero Airlines, esteve parado 2 anos
PP-VRF - A voar há um ano na Transaero Airlines, esteve parado 3 anos
PP-VRI - alegadamente após 2 anos parado, voa desde 2008 na Transaero Airlines, mas não encontro fotos.
PP-VRJ - A voar há 2 anos na Transaero Airlines, esteve parado 3 anos

O PP-VRA/B foram os únicoz que sairam logo para voar, na Aeromexico.

Do C ao J eram todos 777-200s mas como motores Pratt and Whitney.

Mas há dezenas a voar mesmo (aliás todos menos o que foi scrapped). Qual é o problema dos motores? consumo fiabilidade?
Há companhias com frotas pequenas, e que já usam P&W, de modo que factores de comonalidade de…

Roma Ciampino - Charleroi (Bruxelas), na Ryanair. NEVE

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Vou daqui a pouco fazer o meu primeiro Roma Ciampino - Charleroi (Bruxelas), na Ryanair.
Desta vez apanhei um comboio que não se esqueceu de para na estação junto ao aeroporto, como aconteceu em Agosto. Saiu de borla a viagem de 10 minutos entre Tor vegarta e Ciampino porque a máquina de bilhetes tinha cara de estar avariada há meses e não havia outro guichet. O comboio, velho e feio, não tem qualquer tipo de indicador de próxima estação e muito menos alguém a anunciar seja o que for. Normal comboios suburbanos com atrasos de 10-15 minutos, anunciados nos placards (onde os há...).
Na gare Termini de Roma (tipo a Santa Apolónia daqui), muitas máquinas de bilhetes são come-trocos. Sem dúvida que alguém recolhe o dinheiro, ou estariam cehias demais para caber um cêntimo. Nas linhas há algumas ratoeiras. Os cais são quase todos sequenciais, mas a linha 17 está junto á 19. Será coisa do Harry Potter? Não, a 18 é no mesmo cais, mas corresponde a uma seção 400 metros mais á frente. Quem não…