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Sobibor - Parte I

Sobibor foi um campo de extermínio judeu, parte da operação Reinhard na WWII. Em 1941, em Wansee, decidiu-se avançar com a Solução Final para o problema judeu, a aniquilação total. Até ao momento havia repressão semelhante a todos as outras da História, culminado com colocar os judeus em desumanos ghettos, causando miséria e morte lenta.

De notar que o cnhecimento da verdadeira extensão do Holocausto é mérito dos Russos, muito interessados em culpar a Alemanha e esconder os seus esqueletos (Katyn, Gulag).

Os Aliados do Ocidente, além de incorporarem muitos SS nos seus serviços secretos como a OSS (actual CIA) não queriam admitir o seu desinteresse em parar aquilo, nem a imensa colaboração dos seus cidadãos, além de quererem manter uma Alemanha Oeste do seu lado. Escolheram-se ums bodes expiatórios (mas totalmente culpados) em Nuremberga e já está.

Em 1941 começou-se por exterminar os judeus nas zonas ocupadas após a invasão da União Soviética, e cerca de 1.5 milhões foram exterminados …

Anatomia de um Acto de Guerra

Recentemente um militar americano causou a morte a 14 soldados do mesmo lado.

Chamaram-lhe um atentado terrorista.

Eu não concordo, visto ter sido perpetrado apenas contra militares.

Condemo-o mas chamaria um "Acto de Guerra", mas reprovando-o totalmente, e é claro sendo evidentemente uma gravíssima traição á Pátria.

O carrasco atacou compatriotas seus, sem qualquer defesa, sendo ele também militar e tendo jurado fidelidade á bandeira americana.

Cuspiu na mão que o alimentou, longe de ter vítima de xenofobia, quando até era médico. Mais um prego paradoxal no caixão, um médico a matar aqueles que cujo emprego consistia em curar.

Aparentemente já tinha dado inúmeros sinais de conversão ao islamismo radical, com contactos identificados com organizações em pessoa na e na web, onde nem se deu ao trabalho de se esconder.

Mesmo no meio militar tinha amplamente criticado a intervenção americana no Iraque e Afeganistão, onde morriam muçulmanos que defendiam a sua terra.

Mesmo assim, por me…

Shoah

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Shoah é o termo hebraico para o Holocausto. É também o nome de um grande documentário sobre o mesmo tempo, realizado pelo francês Claude Lanzmann. Ao longo de 9h de filme , uma sequência de entrevistas com sobreviventes, nazis, cidadãos polacos e outros intervenientes.


O filme é maçador pelo tom moncórdico, entrevistas em polaco que se espera pela intervenção do intéprete, falta de diagramas ou contexto histório, muitas imagens paradas e pela sequência não cronológica dos temas.

Mas vale pelos testemunhos. Franz Suchomel, alemão das SS em Treblinka, responsável pelo "Canada" (armazém onde se catalogava os objectos pilhados) a explicar com orgulho e frieza o funcionamento do campo, sem saber que estava a ser identificado. Perante o choque do realizador durante um relato, Suchomel diz "Querias História, tens História!". Acaba por recitar o Hino de Treblinka.

Filip Müller, judeu checo de Birkenau, raro sobrevivente dos Sonderkomandos, conta como foi quando o contigente…

RIP Kevin Widemond

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RIP Kevin Widemond. Mais um jovem que morre a jogar basket em Portugal, de morte súbita.
Tinha 24 anos, ex-NCAA na Texas A&M.

Morreu num pavilhão sem desfibrilhador nem ambulância, após paragem cardíaca. Inaceitável para um desportista profissional em competição.

Fico a matutar se todas as conversas de doping que se fala não terão a sua mão nisto, seja voluntário, conhecido ou não pelo próprio atleta.
Morreram vários jovens, Angel Almeida, Paulo Pinto (este estudante de medicina), Davide Ancilloto, Reggie Lewis, nos últimos anos a jogar. Alguns deles ainda no aquecimento.

Muita especulação há sobre as causas, algumas delas possívelmente difamatórias ou reveladoras.

Espero é que arranje maneira de ninguém mais morrer em campo.
Não passa de um jogo de bola.

The true Batman killer

The Joker, Riddler or Catwoman: rot in envy:)

Lockerbie, o fim da Justiça?

Foi extremamente chocante ver a vergonhosa libertação do terrorista de Lockerbie, Abdel Basset Ali al-Megrahi. Morreram 52 cidadãos do Reino Unido, tanto no ar como no chão (11 escoceses). Conseguiu-se traçar a mala proveniente de Malta (onde Megrani era chefe de escala da Lybian Arab Airlines), transferida para um voo da Pan Am desde Frankfurt a Heathrow operado com um B.727, e depois transportada no fatídico coo 103 no B.747-100 “Maid of the Seas”. Este era um dos primeiros 747 produzidos, e cuja Força Aérea Americana o tinha pago, ficando como reserva salvaguardando-se o direito de o requisitar em caso de necessidade para esforços de transporte para missões.

Lembro-me do pobre miúdo que se sentiu mal num voo para NY nesse dia já a taxiar, em que o Comandante voltou á gare para que fosse desembarcado e assistido pelos serviços médicos. O rapaz voltou poucas horas depois a embarcar com os pais, desta vez no voo 103.

Lembro-me do estudante americano na Inglaterra, cuja única irmã adoles…

Minha Primeira Ida a Hamburgo e Finkernwerder

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Na segunda fui á Airbus Hamburgo, onde se "assembla" o A318, 19 e 21, e montam-se partes dos A380, 20 e 30/40.

Em vez de aproveitar o voo directo da TAP tive de ir na Lufthansa (code-share TAP), via Munique, para chegar a tempo.

Despertador para a 4 da matina, porque não consegui fazer check-in de casa (a menina do call center da TAP nem sabia o que era Hamburgo, tive de soletrar e mesmo assim teve de ir ao computador para saber o que era, antes de me dizer que voos operados pela LH não se tratam ali).

Desliguei subsconscientemente o toque das 4h e o das 4h25 (ponho sempre 2) é que me acordou, senão ficava em casa.

Em munique o tempo de ligação era tão curto, que tive tempo de tomar um café grátis da LH, ir para a porta (apesar de MUC de ser uma grande eficiência, as portas não estão numeradas intuitivamente), e ser o último a embarcar.




A airbus não fica no aeroporto, fica junto ao rio Elbe, em Finkenwerder. Um taxi levou uma eternidade a lá chegar, aquilo fica numa zona tudo men…